terça-feira, 29 de maio de 2012

Olha a Gilda aqui!!

Olá Colaboradoras
Gilda conseguiu entrar no blog. Parabéns. Valeu o esforço seu!! Abraços
Odete

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Viajar...



Viajar pela leitura
sem rumo, sem intenção.

para viver a aventura
que é ter um livro nas mãos.
É uma pena que só saiba
disso
quem gosta de ler.
Experimente!
Assim sem compromisso,
você
vai me entender.
Mergulhe de cabeça
na imaginação!


Vejam as mudanças na comunicação.....







Olha a Notícia aí, gente!!!

Socialite encontra corpo de adolescente ao abrir a porta de seu apartamento
 A socialite Narcisa Tamborindeguy encontrou na porta de seu apartamento, em Copacabana, no Rio, o corpo de um jovem. O prédio luxuoso foi palco de cenas de horror na manhã de quinta-feira, dia 22/04. Narcisa relatou que logo ao acordar, quando ainda estava no banheiro escovando os dentes, ouviu a campainha. Ao abrir a porta, se deparou com um corpo caído na soleira. Ao tocá-lo, percebeu que estava frio e rígido. A empresária acionou a central da Polícia Militar, a qual irá investigar o fato.
Repórter Gilda Santos

Como vejo a leitura

Como estou fora da sala de aula, pois sou Diretora, estamos  buscando sempre  diferentes estratégias para melhorar  a leitura  e  principalmente   torná-la um hábito, estamos tentando despertar o interesse dos alunos.Todos os professores devem  ter como meta principal o desenvolvimento  da leitura e da escrita.Já foi o tempo em que apenas o professor de Português tinha essa função.Nossos alunos precisam produzir mais!! A tecnologia digital é mais uma ferramenta e, precisamos tirar proveito dela. Apesar de as escolas ainda não estarem equipadas como seria o ideal.
Gostaria de dizer que a leitura é uma questão cultural, até mesmo em sala de aula.
Gilda

Olá pessoal

Ufa! Até que enfim estou conseguindo postar algo. Abraços

segunda-feira, 14 de maio de 2012


Leitura e Escrita em Contexto Digital: impressões e vivências
Natália Amélia de Brito
Na Sociedade do Conhecimento em que vivemos, onde o conhecimento e os processos de sua aquisição encontram-se em primeiro plano; onde as atualizações são constantes em função  do impacto das tecnologias da informação e da comunicação, gerando uma nova cognição, é fundamental na Educação, a ressignificação da prática docente de forma a atender tais demandas da atualidade.
Assim, o Curso Leitura e Escrita em Contexto Digital, do Programa Práticas de Leitura e Escrita na Contemporaneidade, constituiu-se para mim, em mais uma excelente oportunidade de formação teórica, metodológica e prática.
Sem dúvida, o treino com as capacidades de interação no contexto digital, os diálogos estabelecidos por meio das ferramentas comunicacionais digitais, a utilização dos recursos tecnológicos para o exercício da leitura e escrita, o entendimento dos textos para além de sua simples decodificação, foram competências que pude mobilizar durante o decorrer do curso.
De cara, no módulo 1, elaborando o perfil, dissertando sobre as expectativas do curso, debatendo no fórum sobre as novas práticas de leitura, escrita e o letramento na chamada cibercultura, já senti que a interação on-line seria muito produtiva e enriquecedora.
No módulo 2, o ponto alto foi a elaboração do blog. Em equipe, virtualmente, a competência comunicacional entrou em ação mesmo. Cada uma de nós tem um ritmo e às vezes foi necessário ter paciência e exercitar a boa convivência. Aqui também, destaco a importância da leitura e escrita de alguns gêneros do discurso e a socialização  das experiências pessoais.
O contato com as esferas de atividade e de gêneros do discurso, o reconhecimento das características de determinados textos, constituiu-se para mim um exercício e tanto. No caso, foi muito significativo produzir uma notícia para as classes A e B e  depois compartilhar com os demais colegas, bem como também perceber como cada um se expressa e recebe o que o outro produz.
Por fim, o trabalho com os conceitos de texto e de leitura e as capacidades que envolvem os atos de ler e produzir textos, com certeza coroou todo o processo desenvolvido pelo curso.
Nas orientações técnicas que realizo com os professores na Diretoria de Ensino de Lins, já utilizei muitos dos conceitos abordados pelo curso através dos textos disponibilizados e das experiências socializadas. Enfim, avalio como muito produtiva a experiência com o nosso curso!
Abraços a todos.




















sábado, 12 de maio de 2012

Aprender, refletir, praticar e avaliar

Aprender, refletir, praticar e avaliar
Este curso foi muito bom, com tempos bem distribuídos para as atividades, com informações claras, bons textos para leitura que ajudaram a fundamentar nosso trabalho. Tudo foi novidade: os relatos de leitura, o blog, as questões sobre o milagre brasileiro...
Encontrei dificuldades sim. Já não me lembrava de como abrir um blog, pois no final de 2008 um aluno ajudou-me a abrir um para postar os contos fantásticos que eles escreveram.  Por sorte Mônica o fez e todas do grupo 2 pudemos publicar nossas atividades. Cadastrei-me no Facebook, e convidei apenas minha filha, mas com ela vieram todos os amigos  norte-americanos (ela fez intercâmbio, morando no Missouri) e eu não sei inglês o suficiente para escrever para esse povo todo. APAVOREI-ME. Desisti, nem entrei mais lá.
O texto sobre Web 2 foi espetacular. Aprendi muito. Se com a Web2 mudou-se a forma de pensar, nossa escola já está caminhando para  absorvê-la. Os alunos que têm computador em casa estão mudando a forma de pensar, os que ainda não o têm, a escola tem colaborado nesta mudança, pois nossa sala de informática tem até aluno-monitor e nós, professores, estamos conseguindo acompanhá-los e  ajudá-los.   
Os textos da Magda Soares e da Roxane Rojo são espetaculares, me  fizeram posicionar melhor quanto às interpretações dos textos e solicitar mais escrita de textos, de diversos gêneros,  pelos alunos.
Os fóruns do curso foram o ponto alto: quanto conhecimento disseminado! Quantas experiências, informações, ideias e sugestões nos trouxeram! Foram alavancas para o nossa prática, ânimo para o trabalho.
Às queridas do grupo 2, parceiras neste caminhar, meu carinho e agradecimento bem especial.
À orientadora/monitora Rozeli,  meu agradecimento pelas orientações, pela correção e comentário dos textos que produzi, por ajudar-me a crescer. Tenha certeza de que já estou colocando em prática o que no Práticas aprendi.

sexta-feira, 11 de maio de 2012


Relato reflexivo.

Aprendizagem constante.

É muito importante estarmos sempre procurando nos aperfeiçoar  no que se refere a crescer individualmente e nada melhor do que crescer com intuito de poder ajudar aos demais e não só a si mesmo. Esse curso me foi muito útil e proveitoso; confesso que nunca tinha postado nada em um blog, achei muito interessante e, ainda por cima, passível de ser praticado na escola com os alunos.

Determinadas atividades e certos textos levaram - me a questionar alguns métodos utilizados por mim em sala, em relação à leitura e interpretação de textos. Muitas vezes, julgava um erro de interpretação como uma simples falta de atenção ou até mesmo um pouco de desinteresse  e não como uma possível defasagem em uma das capacidades de compreensão leitora.

É preciso estar sempre “antenado” nessa nova era digital para podermos auxiliar nossos alunos às “novas tecnologias escritoras” existentes, sem, contudo, deixar cair em desuso a norma culta, sem a qual o acesso a determinados espaços da sociedade é totalmente inacessível.

domingo, 6 de maio de 2012

Nunca é demais aprender!

Relato reflexivo:

Nunca é demais aprender!

A sociedade não é mais a mesma, as formas de comunicação e as interações sociais sofreram transformações nas últimas décadas, mas o sistema educacional parou no tempo, não acompanhando os recursos tecnológicos dispostos à ampliação do conhecimento. Alguns educadores ainda veem o uso das novas tecnologias com olhares preconceituosos, ignorando as infinitas e proveitosas possibilidades educacionais que poderiam incrementar as atividades escolares e atrair os alunos para um novo jeito de aprender com as TICs.

O curso ”Leitura e Escrita em Contexto Digital”, do Programa Práticas de leitura e Escrita na Contemporaneidade, vem ao encontro das atuais necessidades de formação e informação do professorado em relação às exigências que têm se imposto pelas novas tecnologias da informação.

Preparar os professores para lidar com as TICs deve ser uma das medidas fundamentais a serem tomadas por órgãos governamentais que cuidam das políticas educacionais deste país, para que possamos nos instrumentalizar, aprender a lidar com essas novas práticas de letramento digital e entender as diferentes formas de interatividade que elas nos oferecem.

Se, para ser professor, é preciso conhecer, entender e aplicar não só as teorias referentes às disciplinas do currículo escolar e as teorias gerais da educação, que englobam alguns conceitos como construtivismo, psicogênese da escrita, alfabetização e letramento, hoje, mais do que nunca, se faz necessário que o professor conheça também os novos conceitos que envolvem o letramento digital e as tecnologias da comunicação moderna, para diversificar sua maneira de ensinar e atrair com sucesso seus alunos, fazendo com que eles se interessem pelas aulas, tenham gosto no aprender a aprender de uma forma dinâmica e interativa, levando para o ambiente escolar aquilo que ele está tão acostumado a usar no seu dia-a-dia que é o computador, o celular, o MP3 e outras mídias mais.

Neste curso, muita coisa nova foi aprendida por nós professores participantes. Sempre tive vontade de montar um blog, cheguei mesmo a montar um, mas não sabia o que fazer com ele, como aplicar textos, imagens, vídeos e usar a interação com o outro. Imagine então a dificuldade que foi para montar um blog em grupo, num curso totalmente à distância, com pessoas totalmente desconhecidas. De início foi um caos, mas aos poucos, fomos conseguindo e, embora muita coisa haja ainda por aprender,  creio que eu e minhas companheiras do Grupo 2 aprendemos muito umas com as outras. Aprendemos não só a montar um blog, mas conhecemos outras formas de redes sociais, preencher formulários para inscrições nessas redes, participar de fóruns interativos, tivemos acesso a ótimos textos que puderam nos dar embasamentos teóricos.

Hoje, posso dizer que me sinto mais capaz para preparar aulas mais dinâmicas, usando as TICs, não só para cópia e/ou pesquisas, mas para levar a meus alunos uma nova forma de letramento, ensinando-os a usar as ferramentas multimídias a favor da construção da aprendizagem e do enriquecimento do conhecimento. Estou organizando, com alunos do 6º ano um projeto para que eles possam criar e usar blogs coletivos para exposição de seus trabalhos com a  leitura e a escrita. Estou entusiasmada! Aguardem!

Quero agradecer a nossa tutora Rozeli pelos ensinamentos e paciência e as amigas Odete, Sandra e Natália pela ajuda e colaboração na montagem do blog.
Uma única decepção no curso: não ter conseguido ajudar a colega Gilda.

Abraços a todos!
Mônica

quinta-feira, 3 de maio de 2012


Olha aí, pessoal, só para descontrair. Assistam com a turma da Mônica, de Maurício de Souza, um noticiário pra lá de engraçado.

sábado, 28 de abril de 2012

A esfera comunicativa do gênero jornalístico

Uma das funções básicas do gênero jornalístico é a informação de fatos relevantes existentes em todas as esferas sociais. O jornal é um portador de diferentes gêneros textuais: editoriais, cartas dos leitores e aos leitores, críticas, notícias, reportagens, dicas culturais, classificados etc. A distribuição desses gêneros, em um jornal, geralmente é feita em diferentes cadernos e/ou sessões.  A linguagem desse gênero é clara, objetiva e baseada na norma culta vigente, sendo que uma matéria jornalística pode apresentar diferentes vozes e interpretações sobre o mesmo assunto. A leitura de um texto jornalístico pode oferecer ao leitor inúmeras possibilidades de reflexões e, assim, estabelecer relações entre o fato, o indivíduo e o mundo que o cerca. Hoje, o jornal pode ser veiculado por diferentes portadores na mídia comunicacional, podendo ser impresso, televisionado, radiofônico ou on line , sendo um dos meios modernos mais eficazes de levar a informação sobre o que acontece no mundo  e a nossa volta.
Mônica

quarta-feira, 25 de abril de 2012

EXTRA EXTRA OLHA A NOTÍCIA

NOTÍCIA DE JORNAL PARA CLASSE A e B
O curso Práticas de Leitura e Escrita na Contemporaneidade tem nos propiciado momentos de reflexão e produção de textos. Criar uma notícia seguindo um conteúdo foi uma das tarefas. Deveríamos escolher uma para aqui publicar, porém cada uma de nós possui um estilo próprio, por isso vamos publicá-las todas:

MADRUGADA GELADA MATA MAIS UM NA SERRA DE SÃO JOAQUIM- RS

Senhora idosa passou por um grande susto, na manhã de ontem e se deparar com um cadáver na soleira da porta de sua residência.
Dona Robertina S. T., 66, vive sozinha em uma modesta casa, no bairro dos Pinhais, na Serra de São Joaquim – RS, segundo a senhora, todos os dias, sai bem cedo para ir à padaria comprar pão e leite, mas desta vez, não acreditou no que viu: “abri a porta e me deparei com aquela cena em  minha soleira, achei que o homem estava dormindo ou talvez estivesse embriagado, mas quando o toquei, vi que já não respirava mais. Imediatamente liguei para a polícia, acho que ele morreu de frio, pois esta madrugada a temperatura foi abaixo de zero”.
 O corpo foi encaminhado ao IML da cidade para possível identificação e verificação da real causa da morte. Segundo o policial Sérgio Siqueira, que atendeu a ocorrência, em madrugadas geladas como a da noite anterior, é muito comum a morte de moradores de rua devido à hipotermia. Não foi encontrada nenhuma documentação com o indivíduo que também não era pessoa conhecida no bairro.
 Dona Robertina ficou muito chocada com o acontecimento e disse que apesar de fazer parte da pastoral da família, na paróquia do bairro, onde ajudam famílias carentes, acha que isso ainda é muito pouco: “Devemos fazer mais campanhas de conscientização da população para a doação de alimentos e agasalhos para essas épocas de frio mais intenso, pois há muitas pessoas de rua que sofrem com o inverno rigoroso em nossa cidade, mas isso também não basta, é preciso que as autoridades criem albergues para acolher esses infelizes e dar-lhes um pouco de acolhimento mais humano.”

Repórter: Mônica A. Neves 23/04/2012


MISTÉRIO NA MORTE DO JORNALEIRO.

No último sábado, 21 de abril, os moradores do bairro Esperança, zona norte de São Paulo, iniciaram a manhã do feriado de maneira, no mínimo, intrigante. Jhon Harry Rolland, morador do nº. 1595 da Rua 2, por volta das 6h30 ouviu a campainha tocar. Irritado, já que era feriado e podia ficar até mais tarde na cama, foi até o banheiro, lavou o rosto, vestiu-se e foi ver quem era. Como sua casa ficava longe da rua, encaminhou-se até o portão, maldizendo o infeliz, para ver do que se tratava. Ao chegar, constatou surpreso que o jornaleiro do bairro estava estirado no chão sem sinal de vida. Jhon, pelo vão da grade, tocou-o e percebeu que o homem estava gelado. Correu até a residência e chamou a polícia. Muitos moradores foram acordados com o barulho das sirenes e com a confusão que se instalou nas redondezas. Até o momento nada foi esclarecido e o caso continua sendo investigado.

Sandra Aparecida César Faustino  22/04/2012

Suspense em condomínio de luxo em São Paulo

Homem é encontrado morto colocando em xeque a segurança do local
 Na manhã da última segunda-feira, dia 16 de Abril, em um condomínio de luxo no bairro do Morumbi, na capital paulista, o empresário Harold Bryem, depois de um fim de semana em uma viagem para Londres e de um retorno antecipado, assustou-se com um fato, no mínimo misterioso, ocorrido próximo à soleira de sua porta. Por volta das oito horas da manhã, quando o empresário ouviu a campainha de seu apartamento, encaminhou-se para abrir porta, uma vez a empregada ainda não chegara, ignorando que seu patrão já estava de volta. Ao abri-la, observa um homem caído no chão, abaixa-se e toca no corpo já sem vida. Assustado, Harold liga para o seu segurança pessoal, que imediatamente comunica o departamento policial e também a administração do condomínio. Até o momento a polícia não conseguiu nenhuma evidência sobre o caso que levasse ao desfecho do possível crime, tão pouco chegou à identidade do homem que aparenta ter 45 anos de idade e não apresenta sinais de violência em seu corpo. A administração do condomínio está realizando uma investigação paralela, pois o caso coloca em xeque a segurança do local e mais,  seus moradores jamais presenciaram algo semelhante e de extremo suspense, sentindo-se totalmente desprotegidos.

Natália Amélia de Brito 22/04/2012

CADÁVER ENCONTRADO NA PORTA DE UMA RESIDÊNCIA NO JARDIM BONGIOVANI

Um homem, aparentando ter uns 30 anos, foi encontrado morto pelo morador na porta de sua residência no Jardim Bongiovani, rua Antonio Rodrigues, 530, ao amanhecer de hoje.
O morador havia acabado de se levantar, a campainha tocou e ao abrir a porta encontrou um corpo caído na soleira. O corpo já estava frio e rígido. Ligou para a central de policia, mas até o momento o corpo não havia sido reconhecido e nem identificada a causa do acontecido.

Odete Bocchi Pedroso  19/04/2012

Dívida de crack faz mais um “presunto” na Cracolândia
O menor é encontrado morto ao amanhecer da última segunda-feira, 23/04/2012, na nova Cracolândia, centro de Itaquera –SP.
O vigia Sebastião Gomes, 35, ao abrir as portas da loja de eletrodomésticos, por volta das 7 horas, deparou-se com uma cena dantesca e horripilante: o cadáver de jovem totalmente desfigurado e com vários golpes de faca.  Imediatamente ele acionou a polícia que ao chegar constatou tratar-se de  J.P.A, 17, um usuário de crack muito conhecido na 32ª Delegacia de Polícia.  
Segundo os policiais, o rapaz foi vítima de mais de 15 golpes de facadas. O Soldado PM Ventura informou que, há alguns dias, o rapaz foi parar na delegacia após uma briga de rua por causa de dívidas de drogas: “Infelizmente, em casos assim, a PM não tem muito o que fazer, esses garotos são encaminhados à Fundação Casa, mas logo estão nas ruas novamente e o fim deles é muito triste, os traficantes não perdoam”.
O corpo do menor foi enviado ao IML e depois para o necrotério municipal, onde ficará aguardando o reconhecimento de familiares. Em casos assim, geralmente a família, com medo dos traficantes e da cobrança de dívidas do crack, nem aparece para fazer o sepultamento.
Repórter Mônica A. Neves – FOLHA DA TARDE – 24/04/2012

 
 

terça-feira, 24 de abril de 2012

Olá pessoal
Um dia desses assinti a um vídeo que reflete bem o que cursos como o "Práticas de Leitura e Escrita na Conteporaneidade", oferecido pela SEESP, provocam nos professores cursistas.
O Título é "A pipoca que somos", de Rubem Alves. Peço licença a este grande autor para incluir o filme em nosso Blog. Vale a pena conferir! Seremos "pipocas" ou "piruás"?
Mônica

http://prof-monica25503.podomatic.com/

Pessoal, deem uma olhadinha.  A "Rádio Era Uma Vez" é um trabalho amador de alguém que ousou levar para a sala de aula um instrumento diferente para  incentivar a leitura e a escrita dos alunos.
O trabalho com o gênero fábula foi desenvolvido em 2000 com alunos do 4º ano do Ensino Fundamental I e esta professora que voz fala: uma novata nos novos recursos multimídia como ferramentas didático-pedagógicas.
Não ficou uma perfeição, mas foi um trabalho que empolgou os alunos e cumpriu com os objetivos almejados.
Em 2012, tive a felicidade de reencontrar a maioria desses alunos, agora no 6º ano do EF II, muitos deles adoram  ler, são frequentadores assíduos de bibliotecas.
Estou pensando em dar continuidade aos programas da Rádio, mas com outros gêneros.
Espero que gostem  e aguardem os novos programas.
Mônica

A importância do professor leitor em sala de aula


Professora Mônica, no Projeto "Ler para entender o mundo", lê para seus alunos do
 5º ano A, 2011.

O professor deve der o 1º modelo de leitor para seus alunos.

Mônica

sábado, 21 de abril de 2012

Poema "Aula de leitura"
Ricardo Azevedo
Escritor e ilustrador paulista nascido em 1949, é autor de mais cem livros para crianças e jovens

A leitura é muito mais
do que decifrar palavras.
Quem quiser parar pra ver
pode até se surpreender:
vai ler nas folhas do chão,
se é outono ou se é verão;
nas ondas soltas do mar,
se é hora de navegar;
e no jeito da pessoa,
se trabalha ou se é à-toa;
na cara do lutador,
quando está sentindo dor;
vai ler na casa de alguém
o gosto que o dono tem;
e no pêlo do cachorro,
se é melhor gritar socorro;
e na cinza da fumaça,
o tamanho da desgraça;
e no tom que sopra o vento,
se corre o barco ou vai lento;
também na cor da fruta,
e no cheiro da comida,
e no ronco do motor,
e nos dentes do cavalo,
e na pele da pessoa,
e no brilho do sorriso,
vai ler nas nuvens do céu,
vai ler na palma da mão,
vai ler até nas estrelas
e no som do coração.
Uma arte que dá medo
é a de ler um olhar,
pois os olhos têm segredos
difíceis de decifrar.

Poema extraído do livro: AZEVEDO, Ricardo
.
Dezenove poemas desengonçados. São Paulo: Ática,1999.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

A importância do professor leitor em sala de aula


Professora Mônica, no Projeto "Ler para entender o mundo", lê para seus alunos do
 5º ano A, 2011.

O professor deve der o 1º modelo de leitor para seus alunos.

Mônica

domingo, 15 de abril de 2012

Apresentação do Grupo 2

Apresentação do Blog

A criação do Blog Leitura, Escrita e Projetos Educacionais é parte do curso “Práticas de Leitura e escrita na Contemporaneidade”, oferecido pela SEESP, para professores do Ensino Fundamental e Médio, visando sua formação continuada.


Em sintonia com as novas práticas sociais promovidas pelos modernos recursos multimidiáticos, o curso tem a intenção de colocar os professores em contato com estes novos saberes para a aplicação direta em sala de aula, numa tentativa de chamar a atenção dos alunos para as novas práticas sociais da leitura e da escrita, levando para a sala de aula uma nova maneira de ensinar e aprender por meio dos recursos tecnológicos, ferramentas que os alunos já dominam tão bem, mas não sabem ainda utilizá-las como ferramentas autodidatas.


Por outro lado, falta ao professor o conhecimento sobre essa nova forma de ensinar a “aprender a aprender” com a multimídia, a internet e os diversos recursos que podemos encontrar no mundo on line, assim o curso “Práticas de Leitura e escrita na Contemporaneidade” vem abrir, a nós professores, um leque ímpar e infinito de possibilidades para a nossa formação profissional e para a melhoria da qualidade didático-pedagógica da nossa forma de ensinar.


Esperamos que o Blog Leitura, Escrita e Projetos Educacionais seja visitado por educadores e colegas do curso para a troca de experiências, comentários e sugestões de atividades. Nele, participam como administradoras as alunas do curso “Práticas de Leitura e escrita na Contemporaneidade: Mônica, Odete, Sandra, Natália e Gilda


 Monica Almeida Neves (Cursista) Avaré-SP

Olá, pessoal! Sou a professora Mônica, natural de Santo André, São Paulo, mas atualmente resido e trabalho em Avaré, a "cidade do verde, da água e do Sol". Sou formada em Letras, com Licenciatura Plena em Português - Universidade de São Paulo - USP. Tenho três Pós-Graduações: Educação Especial para Surdos - Plataforma Freire; Língua, Literatura e Semiótica - FREA/Avaré; Língua Portuguesa para Professores do Ensino Fundamental II e do Ensino Médio – Redefor/UNICAMP. Leciono na Rede Estadual – E.E.”Dr. Paulo Araújo Novaes”, para o Ensino Fundamental II e na Rede Municipal, para o Ensino Fundamental I. Adoro me envolver em projetos. Em 2011 trabalhei com o jornal em sala de aula com alunos de 7º e 8º anos, produzimos duas excelentes edições de jornal escolar, o “Jovem PAN News” . Em 2012, além do projeto com Resenhas, no Ensino Fundamental I, pretendo desenvolver um projeto que envolva os alunos com a leitura e escrita em Braille, uma vez que tenho alunos cegos e creio que um projeto assim poderia ajudar não só aos meus alunos, mas a mim mesma no projeto da inclusão escolar. Interesso-me por leitura, cinema, ciências, história, biologia, culinária e principalmente por minha família e meus três netinhos. Sou uma avó pra lá de coruja e adoro ler para eles. Já deu para perceber que adoro escrever, quando começo, não consigo encontrar o “freio”. Para mim, a leitura e a escrita são a base da nossa comunicação social e da produção do conhecimento. Tento passar a meus alunos essa paixão que tenho pela leitura e escrita e mostrar a eles que esse tipo de aprendizagem não é apenas para tirar uma nota, mas para a nossa sobrevivência no mundo letrado em que vivemos.


 NATÁLIA AMÉLIA DE BRITO (Cursista) Cafelândia-SP

Meu nome é Natália, mas muitos me chamam de Nat. Aprendi, no decorrer dos anos, a ser professora e a amar a profissão, apesar de todos os desafios que ela nos coloca a cada dia. Sempre gostei muito de estudar e a Matemática foi a minha primeira opção. Depois naveguei por outros campos, como a Filosofia, a Teologia e a Sociologia. Mas continuo por aqui... Com esse curso busco aprimorar conhecimentos e práticas e aprender muito. Conto com a experiência dos colegas e com o apoio da nossa tutora Rozeli! Nas horas vagas, gosto de plantas e animais e tenho um cantinho para isso... É onde me desestresso. Adoro a música, a poesia e leituras extras, nas férias, de aventuras, ficção, romance..., e acho que sou um pouco sonhadora. Acredito que o mundo pode ser melhor e procuro, como já foi dito por alguém, ser ao menos uma pequena expressão dessa mudança que um dia ainda ainda quero ver. É isso!


ODETE BOCCHI PEDROSO (Cursista) Presidente Prudente-SP

Olhos castanhos "amarelados", cabelos dependem da cor da tinta, mas brancos não ficarão nunca. Desde 2000 estou na Rede Pública como professora de Língua Portuguesa. Nas horas de folga sou voluntária numa escola para seminaristas, professora de Francês. Adoro ler, aliás preciso de ficção, de fantasia para evadir-me do mundo do trabalho, porém a cada dia procuro mais trabalho. Com isso sou feliz. Espero aprender muito neste curso. Sucesso a todos.


 SANDRA APARECIDA CESAR FAUSTINO (Cursista) Taubaté-SP

Olá a todos os participantes do curso. Meu nome é Sandra, sou professora de Língua Portuguesa na rede estadual de ensino desde 1990. Moro em Taubaté, tenho dois filhos e, nos finais de semana, gosto de estar sempre com eles. Gosto de ler, escrever e deixar o tempo passar. Espero que tenhamos um bom curso e que possamos aprender muitas coisas interessantes para que aperfeiçoemos cada vez mais o nosso trabalho. Bom curso a todos.

Olá Sandra, Odete e Natália
Que bom estar junto com vocês neste blog!
Do lado direito da tela há uma palavra "desing", cliquem nela. Vai abrir, do lado esquerdo, várias opções para visualizar, modificar, personalizar e outras. O blog é de vocês e eu acho que a intenção é fazer com que todas aprendam a mexer nas ferramentas de um blog, portanto usem e abusem dele, façam as modificações que quiserem, aprendam a mexer em tudo no blog, experimentem sem medo, é assim que vamos aprender.  
Abraços! Mônica

sábado, 14 de abril de 2012

A palavra mágica

Certa palavra dorme na sombra de um livro raro.
Como desencantá-la?
É a senha da vida
a senha do mundo.
Vou procurá-la.

Vou procurá-la a vida inteira
no mundo todo.
Se tarda o encontro, se não a encontro,
não desanimo,
procuro sempre.

Procuro sempre, e minha procura
ficará sendo
minha palavra.

                                 ANDRADRE, Carlos Drummond de


quinta-feira, 12 de abril de 2012

http://prof-monica25503.podomatic.com/

Pessoal, deem uma olhadinha.  A "Rádio Era Uma Vez" é um trabalho amador de alguém que ousou levar para a sala de aula um instrumento diferente para  incentivar a leitura e a escrita dos alunos.
O trabalho com o gênero fábula foi desenvolvido em 2000 com alunos do 4º ano do Ensino Fundamental I e esta professora que voz fala: uma novata nos novos recursos multimídia como ferramentas didático-pedagógicas.
Não ficou uma perfeição, mas foi um trabalho que empolgou os alunos e cumpriu com os objetivos almejados.
Em 2012, tive a felicidade de reencontrar a maioria desses alunos, agora no 6º ano do EF II, muitos deles adoram  ler, são frequentadores assíduos de bibliotecas.
Estou pensando em dar continuidade aos programas da Rádio, mas com outros gêneros.
Espero que gostem  e aguardem os novos programas.
Mônica

Nos momentos difíceis uma boa leitura

Não conhecia as letras até entrar na escola, 15 dias após o início das aulas, por insistência de meu avô, já que a diretora dizia não ter vaga.   Com as letras, vieram o gosto pela leitura, a descoberta do mundo através do livro.    Uma vizinha professora franqueou-me sua biblioteca. Quantos livros li! Muitos autores estrangeiros como Cronin, de quem li quase todos.   No Ensino Médio descobri os autores brasileiros. Que delícia lê-los, descobrir novos lugares, novas pessoas (ainda convivo com as personagens), imaginar, sonhar, cruzar novos mundos. Adoro Literatura Brasileira.
            Um fato interessante: enquanto eu sentia as contrações do segundo parto, eu lia Isaac Azimov. Li umas 70 páginas não sei de qual livro. A leitura me tranquilizou e minha filha nasceu rapidamente.           Outro fato: quando trabalhava no Banco, com filhos pequenos, comecei a me sentir triste. Analisando e procurando as causas descobri que há mais de dois meses não lia um romance. Passei na biblioteca da AABB e peguei o mais grosso – “Pássaros feridos”. Acabou a tristeza  e antes que a depressão me pegue, eu pego um livro para ler.  Talvez morra sem dar conta de ler todos os livros que gostaria. Espero encontrar no céu uma biblioteca e os escritores também.

Humanizar-se pela Leitura


A palavra, a leitura, a escrita...

O processo de humanização dito por Antônio Cândido: é o que "confirma no homem aqueles traços que reputamos essenciais, como o exercício da reflexão, a aquisição do saber, a boa disposição para com o próximo, o afinamento das emoções, a capacidade de penetrar nos problemas da vida, o senso da beleza, a percepção da complexidade do mundo".
Lindo, lindo!!! Significativo demais para nós e como necessitamos nos apropriar desse processo e transpô-lo, ajudar a relançá-lo na condução dos nossos alunos, tão carentes de tudo que a humanização pressupõe; tão ávidos de um mundo radicalmente novo, com e para além de tudo o que as tecnologias da informação nos proporcionam...

Leitura e Vida


Lendo os depoimentos sobre leitura e escrita dos grandes escritores, poetas, pintores, músicos e outros, fico sempre muito  impressionada. "O livro é um mundo porque cria mundos", afirmou Marilena Chauí.
De fato, vivencio isso quando leio. Penetro no mundo criado pelo autor, me identifico com alguns personagens e em outros vejo muitas das pessoas com as quais convivo. Amo as narrativas de lugares, a descrição dos detalhes... Me emociono com os sentimentos expressos em cada lance, em cada episódio ou etapa de uma história... E, acho que acabo recriando outras histórias ao transpor ou relacionar os fatos narrados com aqueles mesmo que vivencio ou gostaria de experimentá-los.
Creio também, como Rubem Alves, que sou um pouco da mistura dos autores e autoras que devorei e quando escrevi a minha dissertação de mestrado, cujo tema era as relações de gênero ou a história de mulheres líderes de comunidades religiosas, mas desprovidas de poder de decisão (pelo menos para a institucionalidade), desejei que cada uma das conclusões as quais cheguei fossem "devoradas" por quem as lessem porque eram como que um grito de liberdade, um "basta!" a todo tipo de opressão, marginalização ou qualquer coisa parecida com isso.
"Eu sou sacerdotisa! Quem vai me dizer o contrário?" afirmou uma delas...
Lógico que toda essa crítica a uma instituição poderosa (a Igreja Católica Romana) me custou caro... Nunca mais fui convidada a lecionar em em escolas/faculdades confessionais e também gerou o meu afastamento como "fiel" dessa Igreja. Mas não me arrependo de nada e faria tudo outra vez... Alías, foi com a elaboração da dissertação que acho que aprimorei a minha escrita: estudei muita gramática, li muito...
E como é prazeroso brincar com as palavras; como é bom ampliar o vocabulário que não é só o sentido primeiro, o significado puro, mas tudo que cada palavra carrega em si: a cultura de um povo, de um autor, sua experiência de vida! A palavra, sim, é por ela que nos distinguimos dos demais animais... é por ela ou com ela que os mundos são criados (ou destruídos).

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Primeiros contatos com o mundo dos livros

Refletir sobre o próprio trajeto e formação como leitor é um importante exercício para que possamos nos conhecer como sujeitos de nossa própria aprendizagem. 
Para tentar descobrir como aconteceu minha formação como leitora e por que  tormei-me  uma apaixonada pelos livros, resolvi traçar o meu caminho e minhas vovências leitoras, escrevendo um livro.
Para que você, leitor deste blog, conheça um pouco desta envolvente história, publico aqui dois capítulos do meu livro que, por enquanto, tem apenas 13 capítulos, sob o título de "Memórias de uma professorinha". Espero que gostem!
"Capítulo 4. Vamos à escola?

Sete anos! É chegou ao momento tão esperado! Mônica vai à escola finalmente!
Ela não se lembra mais dos coleguinhas, mas lembra-se muito bem do grupo escolar. Não ficava muito longe de sua casa, mas dona Elza, sua mãe, fazia questão de ir levá-la e buscá-la. As salas de aula eram pequenas, limpas e organizadas, a diretora era muito brava. No intervalo havia merenda, mas todo dia, dentro da lancheira, tinha um lanchinho preparado por sua mãe: pão com manteiga ou goiabada ou bolo e uma jarrinha de suco. 
 A primeira professora, Dona Altair, foi quem lhe ensinou as primeiras letras e números. A cartilha era a Caminho Suave. Que alegria e que festa quando, já quase ao final do ano, a professora presenteou a classe com o livro II da Caminho Suave. Esse era o sinal de que todos já sabiam ler. 
A parti daí, a pequena Mônica começou a decifrar o segredo daquelas letrinhas que havia em seus livrinhos e o mundo pareceu-lhe tão grande, tão cheio de mistérios e segredos que nunca mais ela quis parar de ler.
                                                     
 5. Brincando de professora.

 Depois que aprendeu a ler e escrever, Mônica começou a levar para seus irmãozinhos tudo o que ela aprendia na escola e eles foram, sem saber, suas cobaias na arte de ensinar. Dentre as brincadeiras preferidas da turminha brincar de escolinha era uma das preferidas e adivinha quem era a professora? Se você disse: a Mônica! Parabéns! Você acertou! Nota Dez!
Vendo as habilidades de leitura da menina, a mãe e a vovó Leonny não pouparam esforços e livros começaram a chover na vida da menina: Dos contos de fada vieram povoar os sonhos da menina a Cinderela, a Branca de Neve, Chapeuzinho Vermelho, os lobos maus, as bruxas, duendes e dragões. Vieram os primeiros clássicos da literatura universal: Robinson Crusoé, Ivanhoé, Viagens de Gulliver ... , também os personagens de gibis: Donald e seus sobrinhos, a Maga Patológica e a Madame Mim, Pateta e Mickey, Fantasma, Superman, Flash Gordon, Thor, Príncipe Namoor, Hulk ...
Vovó Leonny presenteou sua neta com uma assinatura da Revista Nosso Amiguinho que trazia histórias, curiosidades e passatempos. Tudo era devorado pela menina. Entretanto, o que mais lhe marcou a vida de leitora foi quando aos dez anos mais ou menos ganhou da mãe a primeira coleção de livros: O sítio do Picapau Amarelo, de Monteiro Lobato.
Aí a menina viajou de vez no mundo da literatura. Imaginem a felicidade dela: todos os personagens dos contos de fadas, que ela já conhecia, visitando o sítio de Dona Benta e vivendo mil  aventuras com Pedrinho, Narizinho, Emília e Visconde. Não demorou muito tempo para que os dezessete volumes da coleção fossem lidos pela menina que reunia os irmãos à sua volta e lia para eles.
Logo as personagens do sitio do Picapau Amarelo estavam participando das brincadeiras e fantasias de Mônica e seus irmãos, no jardim encantado que era o quital de sua casa. Um dia a irmã, Soraia, pegou um guarda-chuvinha, abriu-o, foi para as escadas que dava para o jardim e disse: “Vou voar igual Peter Pan!” Antes que a Mônica pudesse impedi-la, ela vou escada abaixo. Imaginem, quem apanhou pelo fato ocorrido?
Nos dias de chuva, dona Elza fazia os tradicionais bolos e mingaus e ficava todo mundo preso em casa. A sala e os quartos viravam esconderijos, pura brincadeira e bagunça. Até dentro dos guarda-roupas “os tesouros” do Capitão Gancho eram escondidos e Mônica e seus irmãos viravam a turma do Peter Pan ou da Narizinho. Quando a turma se cansava, iam todos para a cama e lá a menina continuava a leitura dos livros de Lobato".

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